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Desigualdades racial e econômica marcam volta às aulas presenciais nas escolas


As desigualdades no acesso à educação já eram um problema antes da chegada do vírus da COVID-19 e os estudantes negros e moradores da periferias eram os mais afetados. No entanto, com a pandemia esse problemas se aprofundaram em razão da dificuldade de acessar a internet, da falta de equipamentos eletrônicos necessários e de uma infraestrutura adequada. Ademais, sem as aulas presenciais, essas desigualdades acarretaram um atraso no aprendizado dos alunos que não puderam acompanhar as aulas online, o que acirrou as diferenças entre os estudantes de baixa e de alta renda.

A Folha de São Paulo fez uma matéria (22/10) sobre a desigualdade racial e o retorno às aulas presenciais, apresentando uma pesquisa recente do Datafolha. Os dados mostram que dos estudantes que foram contemplados pelo retorno das aulas presenciais em suas escolas, o índice de brancos que retomaram para as aulas foi de 72% enquanto o percentual de estudantes negros foi de 61%. Em relação à renda para as faixas com maior nível socioeconômico, foi possível o alcance de 73% dos estudantes, ao passo que nas três menores faixas apenas 41% retornaram às escolas.


Foto: : CESAR CONVENT (Reprodução G1.com)


#PraTodosVerem: imagem com foto em preto e branco de pais levando crianças à porta da escola, com máscaras, logo do Senso Crítico no canto superior direito e a seguinte legenda na parte inferior esquerda: “Desigualdade racial e econômica marcam a volta às aulas presenciais nas escolas.”


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