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COVID-19: ROMEU ZEMA E A ADMINISTRAÇÃO DA SAÚDE PÚBLICA EM MINAS GERAIS


Sob a gestão de Zema, o Estado de Minas Gerais tem enfrentado uma crise sanitária e atitudes recentes têm formado um contexto de crise política. Na última semana, Zema propôs que o município que vacinasse mais pessoas receberia 5% da reserva técnica de doses na próxima distribuição. Essa atitude do Governador, porém, gerou descontentamento dos prefeitos, que o acusam de negligência na distribuição das vacinas e de espetacularizar a vacinação.

Ademais, enquanto Zema utilizava essa estratégia para motivar as prefeituras a vacinarem a população mais rápido, o Estado de Minas Gerais estava sofrendo com a falta de sedativos, que, até então, eram suficientes somente para mais um ou dois dias. No entanto, após criticar o Governo Federal pela falta de medicamentos, o Estado recebeu novas doses de sedativos para intubação do Ministério da Saúde.

No dia 05/04/2021, o Esquerda Diário publicou uma notícia sobre a manifestação das e dos profissionais da saúde de um hospital público de Belo Horizonte, capital de Minas Gerais. As trabalhadoras e os trabalhadores, que atuam na linha de frente dos casos da COVID-19, estavam denunciando os descontos nas remunerações feitos por Zema, sem qualquer aviso prévio ou justificativa para tal medida. Os descontos chegaram a até mil reais em casos de atrasos ou até mesmo por motivo de falta por contaminação do coronavírus, já que seus atestados não estavam sendo aceitos.


#Pracegover A imagem mostra uma foto de profissionais da saúde protestando contra os cortes dos salários em Minas Gerais.


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